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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Passou o verão
Os netos Luís e João. O avô, por trás da câmara, encanta-se.O tempo passado aqui na quinta foi agradável, tendo os trabalhos, nas diversas áreas, corrido bem.
Tivemos a presença de alguns amigos que possibilitaram bons convívios.
As nossas filhas, "filhos" e netos estiveram alguns dias conosco (que sempre parecem poucos por serem extraordinariamente vivificantes).
Enfim, saldo 100% positivo...
Tivemos a presença de alguns amigos que possibilitaram bons convívios.
As nossas filhas, "filhos" e netos estiveram alguns dias conosco (que sempre parecem poucos por serem extraordinariamente vivificantes).
Enfim, saldo 100% positivo...

Início do incêndio
... não fosse um incêndio de grandes porporções, a cerca de 1 km, nos ter ocasionado alguma apreensão. A intervenção rápida dos bombeiros devolveu-nos a tranquilidade em algumas horas. Não obstante, a área destruida foi grande e dá pena passar por ela sempre que vamos ou vimos deste nosso espaço.
domingo, 8 de agosto de 2010
Férias
A nossa neta Ana esteve conosco na quinta, juntamente com os pais, durante a semana final das férias deles. A Ana continuará conosco até o início das aulas, indo ficar com os pais aos fins de semana.
Foi uma semana magnífica de bem-estar, em convívio familiar. Divertimo-nos, conversámos trocando ideias e pareceres, fizemos os nossos petiscos, bebemos e bebericámos, fizémos piscina, apanhámos sol etc.
O pássaro Alvim e o cãozinho Quico também vieram.
A Ana também se divertiu a brincar com dois gatitos pequenos, procurando domesticá-los e com três gatos adultos semi-selvagens que nos visitam todos os dias para uma refeição que lhes pomos.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Parque de Muel, Saragoça
quinta-feira, 20 de maio de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Primavera 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Foi verdade

Espertezas pedagógicas que dão em desastre.
Os adultos têm com as crianças, por vezes, atitudes infelizes e involuntárias, até pensando que estão a proceder bem.
Dantes, quando ainda não havia televisão e só havia rádio em algumas casas, era hábito algumas famílias fazerem visitas a outras famílias, depois do jantar, para conviverem e também contrariarem um pouco a vontade de irem dormir logo a seguir à refeição. Com os pais estavam os filhos mais novos, indo os mais velhos dar a sua voltinha ou fazer os deveres. Todas estas visitas não eram demoradas, aos olhos de hoje, pois faziam-se tendo em conta que a noite era para dormir e não começava tarde.
O que vou contar, no fundamental, passou-se mesmo. Os nomes são fictícios.
O Sr. Melo com sua esposa estavam de visita ao Sr. Santos sua esposa e filho mais novo, de uns seis anitos. A filha e o outro filho, mais velhos, após os cumprimentos de recepção, pediram licença e retiraram-se para irem acabar trabalhos escolares.
Os homens fumegavam os seus cigarros e bebericavam uma aguardente bagaceira de casa, com o café. Conversavam "conversas de homens", já que as senhoras falavam entre elas, "conversas de mulheres".
A criança, ou porque queria atenção ou porque já se habituara ao ambiente do fumo, ou sabe-se lá porquê, disse que também queria fumar. O pai Santos, "disciplinador", reprimiu, só de olhar, qualquer nova tentativa do miúdo que, como os irmãos, estava habituado a acatar "disciplinadamente", mesmo sem perceber, as ordens do pai.
O Sr. Melo, mais macio, terá sugerido discretamente que o pai deixasse a criança experimentar que perderia logo a vontade, ao engasgar-se e nunca mais pediria.
E foi o que se passou. Um dos cigarros passou-lhe pela boca, engasgou-se, tossiu etc.
Porém, ficou-lhe na alma a certeza de que não era crime fumar, mesmo que os adultos o proibissem às crianças. Se o fosse, o pai não permitiria o que se passou.
Mas que era proibido para as crianças, era.
Mais tarde, cerca dos seus oito anos, voltou-lhe a lembrança de experimentar. Vendo os colegas do colégio, que eram mais velhos, irem fumar às escondidas, para as latrinas que havia no recreio, resolveu fazer como eles.
"O fruto proibido é o mais apetecido".
Como alguns deles, enrolava barbas de milho em papel e tinha, assim, os cigarros que quisesse.
Quando arranjava algum dinheirito comprava dos autênticos, iguais aos que ia comprar para o pai.
Antes de entrar em casa passava pelo limoeiro e mascava folhas para perder o cheiro do fumo.
No princípio fumaria uma ou duas vezes por semana. Até nem gostava muito que fazia tonturas, quase de cair. Mas encostava-se à parede e passava.
Depois passou a gostar... e muito. Até punha, já casado, a mulher e os filhos a fumar, indirectamente.
Cinquenta e dois anos depois deixou de fumar por imposição de doenças graves que lhe faziam a vida num inferno de desconforto.
Mais dez anos depois começou a ouvir-se da boca dele que se sentia como nunca em termos de bem-estar.
Nunca mais fumou.
E gostava muito... mas gosta mais da VIDA.
E gostava muito... mas gosta mais da VIDA.
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